Continuando... (acho que o relato de bruxelas vai ser o mais longo de todos hehehe)
Seguimos viagem em direção a Bélgica. A saída de Luxemburgo foi tranquila, achamos logo a "free-way" correta e rumamos para Bruxelas. Lembrando que não existe de controle de fronteira, no máximo uma placa dizendo que tu estás entrando em determinado país, como a foto abaixo:
Como eu disse no post anterior, não tínhamos camping definido (só albergue do Renato e do Jonas). Então imprimimos mapas para uns 4 campings diferentes. Como tinha um que era mais o menos no caminho da Bélgica (entre Luxemburgo e Bruxelas, um pouco antes de chegar na cidade de destino) resolvemos ver como era. Era mais ou menos uns 12km afastado da rodovia e mais uns 25km (:/) da cidade. Então nos aventuramos no interior de Bruxelas pra achar o dito camping. Quando eu digo interior, não é que nem interior de Porto Alegre (interior de Santa Cruz (interior de Sinimbú (Linha Almeida))) hehehehe, todas as estradas são asfaltadas, os carros são todos bmw ou mercedes, casas de 2 pisos e por aí vai. Achamos o camping mas não a pessoa que cuida do camping. Procuramos um pouco, uma senhora tentou nos ajudar, mas aí começaram os primeiros problemas com linguas: ela não falava nem portugues, nem espanhol, nem alemão e nem ingles! Aí ficou difícil hehehe Então decidimos desistir desse ir pra cidade.
Bruxelas é uma cidade realmente grande. Então logo que entramos já nos perdemos,, na verdade paramos o carro logo na entrada pra tentar no localizar. Olhamos alguns mapas, perguntamos pra um cara na rua até que seguimos em direção ao centro. Aí começamos a ver o quão caótico era o trânsito. Lembrou muito Porto Alegre hehehe. Mas incrivelmente era pior! Era como se fosse a cidade de Porto Alegre, só que com apenas motoristas de Santa Cruz! Ou seja, um caos hehehe. Todo mundo cortando a frente de todo mundo, uns cruzamentos loucos sem nenhuma sinalização e por aí vai. Chegamos no fervo do centro e ficamos dando umas 3 voltas até achar um lugar pra parar o carro. Como já era noite, os dois que iriam ficar no albergue pegaram as coisas e foram a pé. Eu e Josué fomos de carro procurar o camping.
Logo na primeira tentativa achamos um com vagas. Não foi tããão difícil achar, apesar de ser meio escondido atrás de uma igreja e de um estacionamento hehehe. O bairro era meio estranho, parecia meio subúrbio, como uma comunidade negra bem grande pelo jeito. Mas não tivemos problemas, apesar de ficarmos ressabiados.
Montamos a barraca (no escuro mesmo), tomei um banho, jantei (no escuro mesmo) e fui dormir. Primeira noite foi complicada. O chao não tinha muita grama, e apesar do saco de dormir, não era muito confortável. Mas enfim, deu pra dormir umas 5 horas.
Acordamos no dia seguinte e fizemos um belo café da manhã com as toneladas de comida que trouxemos. Como todas as coisas estavam no carro (estacionamento) resolvemos tomar o café da manhã no carro mesmo.
Deixamos o carro no estacionamento e fomos a pé (20min) para o centro da cidade para encontrar os 2 que restavam. Fomos então passear e tirar fotos. Igrejas, prédio antigo, etc... Como de costume, a primeira loja de Souvenir (lembranças) que achamos entramos pra comprar postais pra não esquecermos depois. Nessa loja, percebi que tinha uma mulher que falava muito mal ingles tentando negociar uma mala com o dono da loja. Quando percebo que ela solta uma palavra em portugues. E não é que ela era brasileira (Paulista) !!! Conversamos um pouco e ela nos contou que estava numa excursão da CVC e estava passeando pela cidade sozinha, então convidamos ela pra conhecer os pontos turísticos com agente. E foi o que aconteceu.
Achamos logo a praça central (Grand Place), e tiramos várias fotos. O lugar era muito bonito, lembrava a praça central de Munique. O interessante é que no mapa dizia que o prédio mais tri da praça (na foto, a esquerda) era o tal de "Hotel de Ville". E pensamos: "pô, hotel chique esse, bem no meio da cidade e tal, deve ser cara, etc...". Ainda por cima, tava rolando uma festa de um casamento turco (ou marroquino, sei lá) na frente, que fez com que tivéssemos certeza de que era um hotel. Mas fiquei sabendo essa semana (de acordo com o amigo Zambiasi que está morando na França) que hotel de ville em francês não é um hotel chamado ville, é PREFEITURA!!! hehehehe mancada!
Fomos então atrás, cheio de espectativas, de um dos mais famosos pontos turíticos de Bruxelas, o Manneken Pis. Afinal, a estátua tem um museu só com as roupas que eles colocaram nela durante a história. Sim, eles vestem a estátua. Trocam a roupa da estátua a cada 2 ou 3 dias. Chegando lá a surpresa: A b**** da estátuta era minúscula!!! Tanto alarde pra uma coisa bizarra dessas, só porque é uma estátua mijante?!?!
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Depois de caminhar um pouco e resolvemos parar num bar e tomar uma legítima cerveja belga, afinal, é na Bélgica que estão as melhores cervejas do mundo. Tomamos então a famosa Stella Artois:

Na foto: Silvia (brasileira), Renato, Jonas e Eu. Créditos pro Josué que tirou a foto (o copo dele está ali).
Deixamos a Silvia no Grand Place porque ela tinha que seguir viagem (amsterdam) com a excursão da CVC, e então fomo atrás de um almoço bom e barato. Pra variar comemos num Subway. Quatro euros, mas uma boa refeição.
Depois disso decidimos ir para os pontos turísticos mais afastados. Compramos então um ticket de metrô que valia pra 5 pessoas durante o dia inteiro. Fomo até o Arco do Triunfo de Bruxelas. Muito legal por sinal. Aproveitamos pra descansar num gramado em frente ao Arco. Tiramos várias fotos dos dois lados e tal. Lembra do casamento turco no "hotel" no centro da cidade?! Pois é, os noivos estavam tirando fotos na frente do Arco do Triunfo, com uma música turca (ou marroquina) tri alta, com vários turcos (ou marroquinos) dançando. Muito estranho. Por sinal uma coisa que notamos na cidade é que tem muuuitos imigrantes, principalmente àrabes. Cansamos de ver mulheres com aquele véu cobrindo a cabeça.

Dali fomos pra uma das principais atrações da cidade: o Atomium. É um monumento (ou obra de arte, sei lá) construído em 1958 no mesmo propósito da Torre Eiffel em Paris. Foi feito especialmente para Exposição Mundial daquele ano em Bruxelas, assim como a torre Eiffel foi contruída especialmente para a Exposição Mundial de 1889 em Paris.

Era mais longe ainda, uns 30 ou 40 minutos de metrô. Chegamos lá, sentamos pra comer algo e descansar. Tiramos várias fotos (o tal do átomo é realmente gigante). Era possível subir até a bola mais alta do Atomium, mas como tinha que pagar não fomos. Aaah, lembra do casamento turco?! Pois é, passaram numa carreata e com muito buzinaço comemorando o casamento. Pararam próximo ao Atomium para os noivos tirarem uma foto. E dê-lhe música turca (ou marroquina) no último volume! Coisa chata hehehe. Paramos numa barraquinha, tomamos outra cerveja belga menos conhecida (Jupiler) e comemos as famosas batatas fritas de Bruxelas.
Votlamos para o centro em direção ao palácio da Justiça. Sentamos numa pequena praça ao lado pra comer algo (de novo hehehe). Gastamos um tempo ali, até resolvermos dar a volta no prédio, quando descobrimos outra praça bem maior com uma vista incrível da cidade, e melhor, com um belo pôr-do-sol. Nessa praça estava começando uma apresentação de uma banda, que melhorou ainda mais o momento. Assistimos então o belíssimo pôr-do-sol de Bruxelas com direito a trilha sonora e tudo hehehe.

Segunda noite foi mais tranquila, acho que eu já estava mais acostumado (e mais cansado) e consegui dormir bem mais.
Como já era tarde (escurece 22h30min por aqui), fomos dormir, para no dia seguinte continuar a viagem rumo a holanda. Mais uma vez nos perdemos na cidade, mas logo nos localizamos e fomos para o camping.
No dia seguinte fomos de carro até o fervo centro (ainda bem que era domingo) buscar as duas "dondocas" que não queriam ficar em camping hehehe. E fomos tentar sair da cidade naquele trânsito caótico. Até que foi tranqüilo. O Josué foi dirigindo dessa vez, e inclusive, quando passamos por uma igreja bonita (quase fora da cidade), ele parou e desligou o carro no meio da rodovia pra apreciarmos melhor aquela igreja. Pareceu que ele não conseguiu arrancar o carro naquela lomba (apagou duas vezes hehehe), mas claro que ele fez de propósito, afinal a igreja era tri hehehe. (A foto da tal igreja, a esquerda).
Vídeos:
Bem, é isso. Acho que nao esqueci de nada. Próximo post vou contar a parte de Rotterdam e den Haag (Praia \o/).
Abraço!

2 comentários:
2º episódio de: A volta pelos países baixos
hahahah
Muito tri mesmo! Penso em juntar uma moeda para fazer uma excursão pela Inglaterra (o que melhor me atrai).
Um abraço e até o próximo episódio: Rumo á Disney
hhahahaha
Recomendei pra minha mãe ler.... heuheuaheuaheuahe
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